11 de fev de 2013

DE REPENTE


Quando se quer escrever sobre algo que o coração não sabe bem o que é, tudo se torna desculpa ou uma inspiração, comigo agora foi uma simples chuva que começou bem forte dando a entender que duraria muito tempo, fui enganada, ela não durou nem um minuto, mais sua intensidade valeu por horas de chuva, quando dei por mim, já estava assemelhando a chuva a alguns amores, aqueles que vem de repente, quando você menos espera, e que você deseja muito que permaneça, mais certas coisas simplesmente não ficam, estão só de passagem.

Hoje pela maior parte do dia fiquei com o seguinte pensamento na cabeça: como os amores nascem tão de repente! Quando digo de repente eu estou me referindo a duas pessoas conversando em uma sexta-feira qualquer num balcão de bar, sobre a batata frita que a garota pedia, mal imaginavam eles que dali surgiriam incontáveis sextas-feiras compartilhadas pelos dois! Ainda pensando sobre o amor vem na mente a frase: ''Ah o amor, que nasce não sei  onde, vem não sei como e doí não sei porquê''  E ele dói, a pior parte é essa, quando ele vai embora repentinamente como a chuva que eu falei no inicio ele deixa uma dor no coração.

O difícil é encontrar alguém que esteja na mesma sintonia que você, o difícil é acalmar a pressa que o coração tem por encontrar o par perfeito, como diria aquela escritora que não me recordo o nome: ''errado com errado da putaria, certo com certo da casamento, mais certo com errado, dá eu na minha cama chorando'' ! Coração por favor tenha calma, um dia você vai encontrar o seu lugar, ''Com tanta gente nesse mundo, alguém será seu bem querer'' 


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